PRO DIA NASCER FELIZ - p. 37
O filme “Pro dia nascer feliz”, é um documentário, que mostra a realidade de algumas escolas do Brasil. O documentário expressa as diferenças sociais, tanto na estrutura de cada escola quanto nas diferenças de agir por cada aluno no aprendizado.
Assista o documentário e faça uma reflexão sobre:
- As desigualdades e profundas diferenças existentes entre as escolas brasileiras;
- Quais as semelhanças das escolas vistas no documentário com nossa escola;
- As políticas públicas brasileiras;
- O que fazer para reverter esse quadro e garantir uma educação de qualidade.
As desigualdades nas escolas brasileiras não são mais do que reflexos de uma sociedade desigual.É fácil perceber,para os olhos que querem ver, que esse ensino sucateado,não é responsabilidade do atual governo,mas da soma de todos os governos até o presente momento.
ResponderExcluirEscolas mau equipadas com espaços físicos mal adequados,pessoal insuficiente, mau remunerado e mal preparado.Isso tudo passa pelo processo político de pessoas sem empenho,interesse ou vontade e que gerem os bens do país de forma inadequada,desviando verbas e aplicado o que resta de forma errada e politiqueira.
A nossa escola sofre, o que a maioria das escolas públicas sofre! Espaço inadequado, equipamentos sucateados e principalmente, pouco investimento do
governo. Governo este que acredita bastar uma sala(superlotada), um quadro negro e um professor com um pedaço de giz nas mãos para que exista uma escola eficaz e que atenda as expectativas do aluno de hoje.
Quando fazemos um paralelo entre a maioria das escolas públicas e as particulares, percebemos que o problema do ensino é o fator monetário,pois como a escola particular é um negócio, investimento de uma pessoa ou grupo,o resultado tem que ser visível. Precisamos de investimento na escola pública , o
mesmo investimento que o governo faz nas escolas"modelo", no caso do Paraná escolas como o Colégio da Polícia, Estadual do Paraná e outros poucos que tem um investimento pesado para servir de vitrine em época de eleições ou no momento de buscar verbas federais "para a escola pública do Paraná", o que os politiqueiros de plantão não falam é que o investimento será feito em algumas e mesmas unidades de sempre!
O que fazer para reverter? O político votado pelo povo deve ter vergonha na cara,infelizmente um dos critérios para o bom político é não te-la. Cabe então ao eleitor perceber isso e, se o político em quem votou,em dois mandatos não melhorou em nada aquilo que lhe compete como servidor do povo, não deve mais ter seu voto de confiança. A quem interessa um jovem que reflita, questione e busque o bem social? Certamente não aos políticos! Então para uma boa educação, precisamos colocar no poder,pessoas voltadas ao bem comum,são poucos mas existem! E lembremos que por se tratar de educação, não basta o candidato carregar títulos de doutor,professor,pastor, antes disso deve ser um ser humano sensível e engajado na luta pela sociedade,sem bandeiras políticas ou causas esdrúxulas que sempre surgem em época de eleição!
Luís Gustavo Peres
Conforme estudos realizados nas diferentes regiões do país constata-se que há desigualdades com relação ao estudo. Nós somos privilegiados! Nossa escola tem deficiência em vários setores, mas estamos muito acima das escolas de certas regiões do país. Nossos alunos têm cadeiras, que podem não ser confortáveis, mas sentam, apoiam seu caderno sobre uma mesa, enquanto há lugares que os alunos não têm nem a sala para poder assistir a uma boa aula. Há os que, apesar de todas as dificuldades, superam-nas e conseguem seguir, conseguem fazer seus estudos. Como em todos os lugares há os que não querem saber de nada, acham que por frequentarem as aulas merecem ser aprovados e ao serem perguntados sobre os conteúdos, não lembram nada. Percebe-se que o perfil do aluno é o mesmo em qualquer parte do país, quem quer estudar vai atrás, quem não quer só atrapalha. Sabe-se, também, que a distribuição de recursos é desigual mesmo dentro do estado. Existem estabelecimentos que há funcionários a mais, dependências específicas para cada situação, recursos tecnológicos mais avançados e, outros, que não têm, como já mencionei, cadeiras, lousa ou giz. Percebe-se que, quando há interesse, não importa a localidade, a condição financeira, o aluno corre atrás de seu objetivo.
ResponderExcluirPara que haja educação de qualidade há necessidade do governo tratar por igual todas as escolas, não beneficiando mais uma do que outra, exigindo profissionais competentes e dando maior apoio aos já existentes. Também é preciso ser repensado o ensino fundamental, onde a criança não é retida, passa para o ciclo seguinte sem saber ler e escrever. É evidente que ela não conseguirá acompanhar a classe e, por não entender, o que lhe resta é dispersar, conversar, fazer algo completamente diferente do que foi pedido. É fato que ao não se entender algo, faz-se o que dá prazer: bagunça. É melhor reter, dar condições para a criança aprender, fazê-la entender o conteúdo, ao invés de achar que reter a fará ficar frustrada. Com essa progressão só se estará protelando o problema. Com relação às que já foram prejudicadas com a progressão, na quinta série, o ideal seria que participassem de aulas de reforço para que possam acompanhar a série a que foi contempladas.
Elisabeth Celi Kulaitis
Como a educação não é valorizada em nosso país, cada Estado faz o que quer e do jeito que quer, não adianta nada o Governo Federal mandar verbas para a educação se estas não forem devidamente fiscalizadas, pois nunca teremos uma escola de qualidade, podemos ver que as escolas do sul apesar de ainda necessitarem de muitas reformas e tecnologias ainda estão melhores que muitas do Norte e Nordeste e principalmente a valorização do professor e do aluno.
ResponderExcluirQuanto as semelhanças vemos que os alunos são iguais em todos os lugares a falta de educação para com o professor e com seus colegas, a falta de envolvimento com os conteúdos e também a pouca importância para a educação, o conselho de classe que é muito parecido com o nosso.A falta de tecnologia apropriada para trabalhar com estes alunos.
Acredito que a nossa política é muito falha, como já citei acima, a falta de valorização da educação no nosso país, faz com que o professor não possa transmitir o seu conhecimento e ainda sofre muito com isso. O aluno também passa por isso quando ele precisa da escola porque não tem condições para fazer um curso fora e outros colegas estão ali, não porque querem estar, mas porque recebem a bolsa família e são obrigados a estarem ali e muitas vezes vem para atrapalhar e não para aprender. Os pais na maioria dos casos acham que é dever da escola dar educação e ensinar o respeito ao seu filho, não se importam com o que o filho aprendeu ou deixou de aprender.
Para reverter este quadro acredito que devemos cobrar mais dos pais ou responsáveis, acharmos uma forma de trazê-los para a escola também, só assim acredito que iriam valorizar um pouco mais nosso trabalho. Também cobrar mais do governo apesar de sabermos que nossa classe não é unida. Mas acredito que sozinhos não conseguimos muita coisa, e este curso já é um momento para refletirmos, claro que estamos de mãos atadas a cada pesquisa que fazemos observamos que as reivindicações são as mesma por parte dos alunos. Mas se ficarmos só na teoria nada vai mudar.
Sueli Tarachuka Gonzato
Vinicius Martins
ResponderExcluirAs desigualdades e profundas diferenças existentes entre as escolas brasileiras
O Brasil é um país continental e de grandes diferenças culturais, econômicas e sociais sendo que estas diferenças são refletidas nas diferentes escolas que aparecem no documentário
Quais as semelhanças das escolas vistas no documentário com nossa escola;
- Professores desmotivados;
- Alunos desinteressados;
- Aprovação em conselho;
- Professores dando notas para não se incomodar;
- Professores faltosos;
-
As políticas públicas brasileiras
-Os estados e municípios não estão conseguindo cumprir com sua parte;
-Falta de valorização do professor;
- por que as escolas federais funcionam?
O que fazer para reverter esse quadro e garantir uma educação de qualidade.
Valorizar o profissional da educação;
Federalizar o ensino médio;
fortalecer programas como o pronatec, prouni, ciências sem froteiras
Apesar das políticas educacionais aplicadas nas últimas décadas, ainda são poucos os resultados visíveis nas escolas. A LDB preve que uma fração de verbas públicas seja destina para a educação, esse(s) investimento(s) não é (são) facilmente percebido no cotidiano de nossas escolas. Apesar do "marketing" realizado pelo governo diga o contrário, nós sabemos que os grandes investimentos sociais fazem parte dos discursos dos políticos (e candidatos). A verdade é que a população não percebe que esses investimentos são aplicados sim , mas de acordo com interesses particulares de determinados segmentos da população.
ResponderExcluirO governo precisa entender que é de suma importância que se eleve a qualidade das infraestruturas das escolas, a qualificação e valorização dos professores e repensar quais são as formas mas eficientes de se colocar e manter os estudantes nas escolas, garantindo-lhes um aprendizado de qualidade e contínuo.
A escolaridade é essencial para a melhoria de qualidade de vida econômica, social, cultural das pessoas. O conhecimento tem o poder de transformar os alunos em cidadãos mais conscientes e críticos a fim de cobrar de nossos políticos uma políticas social que traga melhoria da qualidade de vida para todos.
Sandra Gerusa Garcia Xavier Caetano
Em um país tão grande, marcado pela corrupção, pelo descaso do poder público com a saúde, segurança e educação, as desigualdades sociais também se estendem aos diferentes tratamentos recebidos pelas escolas ao longo do território nacional, nas diferentes regiões e mesmo dentro das unidades federativas. Em nenhuma das situações encontradas dentro das redes públicas temos as condições ideais, mas em algumas vemos a total falência do ensino, seja em termos de estrutura física, pedagógica ou metodológica. Podemos observar situações distintas de esforços para tornar a escola um espaço de transformação apesar de todas as limitações e situações de conformismo e adequação às condições impostas pela situação histórica do país. De modo geral, apesar de algumas peculiaridades, muitos problemas são semelhantes como o desinteresse dos alunos, a falta de envolvimento da comunidade, a falta de recursos tecnológicos, a falta de investimento.
ResponderExcluirApesar dos recursos destinados a educação terem aumentado nos últimos anos, na prática pouco tem refletido diretamente nas escolas, levando em conta a burocracia e os intermediários que dificultam o acesso e utilização destes mesmos.
O diálogo com professores e alunos são provas de que a educação não tem tido relevância na vida dos alunos e os métodos utilizados não tem sido eficazes diante do perfil pós-moderno de sociedade. As mudanças paliativas realizadas ao longo da história da educação no Brasil não contemplam as necessidades dos indivíduos e da comunidade, sendo pungente uma verdadeira reestruturação no ensino, uma revolução que nos coloque em uma outra dimensão, que nos ensine a promover uma nova forma de educar.