Querido(a) Cursista,
Leia o
texto abaixo e discuta este conceito entre seus colegas. Registre em um texto
as principais idéias debatidas, e em seguida, identifique um conteúdo ou tema
do seu componente curricular com potencial para uma ação interdisciplinar e
poste no BLOG.
“Apesar de os estudos de
processos integrativos serem pequenos em número, os autores concordam em vários
pontos. Tomar emprestado de outra disciplina exige assumir o que Janice Lauer
chamou de ‘encargo da compreensão’. É necessária uma compreensão mínima do seu
mapa cognitivo, incluindo os conceitos básicos, modos de investigação, termos,
categorias de observação, técnicas de representação, padrões de prova e tipos
de explicação. Aprender uma disciplina a fim de praticá-la é, porém, diferente
de usá-la para propósitos interdisciplinares. O domínio da disciplina denota
conhecimento completo. O trabalho interdisciplinar exige adequação. Os que
tomam algo emprestado não reivindicam expertise em todas as áreas. Eles
identificam informações, conceitos ou teorias, métodos ou ferramentas
relevantes para a compreensão de um problema particular, processo ou fenômeno.
Além disso, não há nenhum Esperanto interdisciplinar. (...) A linguagem
interdisciplinar normalmente evolui por meio do desenvolvimento de uma língua
de comércio que se torna um pidgin – definido em linguística como uma língua
provisória – ou um crioulo – uma nova primeira língua de uma comunidade”
(Klein, Julie Thompson. Humanities, culture, and interdisciplinarity: the
changing American academy. Albany: State University of New York Press, 2005).



