sábado, 6 de setembro de 2014

REFLEXÃO E AÇÃO - CADERNO III - TÓPICO 1

As decisões sobre o currículo se instituem como seleção. Na medida em que se trata de uma seleção, e que esta não é neutra,  faz-se necessário clareza sobre quais critérios orientam esse processo.

Que relações existem entre o que eu ensino e o mundo do trabalho, da ciência, da tecnologia e da cultura?
Se existem, quais são?


Se não existem, apresentem argumentos que comprovem a não existência dessas relações.

19 comentários:

  1. O currículo escolar deve ter como uma de suas pretensões trazer ao educando condições de interpretar a sociedade atual, para isso se deve articular com elementos que são normais no cotidiano do aluno.
    As novas tecnologias tanto no mercado de trabalho como no mundo particular devem ser questionada, pois, como educadores somos elementos formadores de opinião e com base nisto devemos estabelecer um pensamento crítico do aluno para todas as áreas.
    No processo de globalização, temos em comum um sistema avançado no que se refere à comunicação, pois, com as redes sociais, as emanações culturais estão vigentes ao ponto de se espalhar pelo mundo através do simples click do mouse.
    Portando as instituições de ensino devem analisar os efeitos culturais que a associação da ciência com elemento humano, em sociologia tanto em filosofia é possível conquistar tal questionamento, pois, agora os movimentos sociais podem ser articulados através da internet, ou mesmo, podemos citar como a ciência esta evoluindo relativo a mudanças no corpo humano, no caso dos atletas paralíticos que conseguem atingir velocidades maiores dos que os atletas comuns.
    A ciência já esta presa no nosso mundo deixar ela de lado não é mais coerente, ela é a projeção do poder de abstração humano, agora o ser humano usa a ciência para se projetar e como extensão do seu saber.
    A escola deve não só dialogar em seu currículo o quanto a ciência nos influência, mas também ter a capacidade de estar dentro do ambiente educacional de forma positiva, mostrando que ela pode ser uma aliada na dinâmica educacional, estendendo então, não só o conhecimento do aluno, mas também capacitando o educador em uma dinâmica didática que faça sua docência ter um patamar mais elevado.
    Por: Marcos Nós (prof. filosofia e sociologia)

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  2. A disciplina de Língua Portuguesa, como uma disciplina ampla na questão de textos e suas tipologias, se pode trabalhar de forma global e contextualizada. Usa-se informações de várias linhas, de cunho histórico, cultural, geográfico, científico, assim como situações do cotidiano do aluno, do meio onde ele vive, assuntos que é do seu interesse e geram até mesmo polêmica nesse meio.
    Atrelado a esse tipo de informação podemos trabalhar o que é especifico da série, pois podemos diversificar a maneira de introduzir os conteúdos, porém, não podemos, de forma alguma deixar de trabalha-los, é uma necessidade que se faz presente e mesmo com a resistência do momento eles precisam para situações futuras de aperfeiçoamento como pessoa e profissional.
    Angélica

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  3. A geografia proporciona ao professor e o aluno uma viagem pelos distintos espaços, seja eles físicos ou culturais. Pode-se fazer um paralelo entre países que mostram uma realidade diferente da vivida pelos discentes, no momento, proporcionando a eles uma reflexão do mundo e realidades distantes que nem sempre condizem aquilo ao que eles imaginam. Para isso se aborda as questões de trabalho, tecnologia, ciência e outros que mostram a realidade que vivem, fazendo com que façam um estudo e análise do que pretendem para seu futuro breve e distante.
    O currículo pode ser adaptado ao contexto local, a realidade dos alunos, mas, sem perder a visão do mundo que o cerca.
    Jair

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  4. Acredito que estas relações existem sim, pois não podemos mais educar somente para o trabalho, para o vestibular ou para algum campo fragmentado, temos que educar para a vida, por mais que nossos alunos ainda sejam cobrados fora da escola por diferentes relações fragmentadas, mas temos que preparar este aluno para que o mesmo tenha interesse e saiba buscar o auto conhecimento, pois a nossa educação apesar do currículo contemplar que devemos ensiná-los com toda as habilidades observamos que não temos uma escola adequada fisicamente e também pedagogicamente, porque se olharmos a nossa própria formação, fomos educados com repetições de conteúdos e também reproduções, pois recebemos uma educação de um governo militarista e que fez com que muitos não pensassem no que estavam fazendo e sim repetissem o que estavam aprendendo, conteúdos que não levavam o aluno a pensar criticamente, pois não queriam formar lideranças críticas e sim seres que dissessem sempre sim e aceitassem as normas e regras que recebiam. Vendo o vídeo Sete vidas eu tivesse...., comecei a analisar o nosso hoje estamos de certa forma voltando aos moldes da escola vocacional, podemos observar que aqueles jovens aprendiam e tinham uma educação completa é como se hoje estivéssemos engatinhando para a mesma escola, pois sabemos que precisamos de pessoas críticas que saiam da mesmisse e aprendam a buscar o seu conhecimento e o seu valor, podemos observar que o aluno hoje está muito acomodado, porque na maioria das vezes recebe tudo pronto e gratuito não dá o devido valor para o ensino, pois a família não cobra dele até que se forme e muitos levam a vida toda fazendo um curso e outro para não saírem da universidade porque sabem que se saírem terão que buscar com seus esforços, o seu sustento, a sua sobrevivência, e por mais que seja trabalhado com o aluno estas questões, vejo que a família e a sociedade como um todo também tem sua grande parte nesta tarefa. O aluno deve sim ser educado para vida, mas também deve ser cobrado de todos os níveis da sociedade, observa-se que aqueles que tem uma certa dificuldade financeira, que são cobrados pelos pais para trabalharem cedo amadurecem bem antes e também quando entram num curso vão até o fim porque sabem dar valor tanto para o seu trabalho quanto para a sua vida cultural, tecnológica e científica, porque uma está interligada a outra e o indivíduo a partir do momento em que se torna um cidadão ele também passa a ser um indivíduo completo.
    Sueli Tarachuka Gonzato.

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  5. Ao integrarmos o currículo em torno das dimensões do trabalho, da ciência, da cultura e da tecnologia, estaremos dando novo sentido à escola e contribuindo para a Formação Humana integral, ou seja a formação humana de “um sujeito na sua totalidade. Dessa forma estaremos garantindo a essa diversidade de sujeitos, do ensino médio, saberes específicos, estéticos e éticos. É um dos grande desafios que o mundo atual coloca a nossa frente.
    Nilza e Rosiane

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  6. A proposta curricular das disciplinas de Ciências e de Biologia já ganhou um enfoque em CTSA (Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente), porém, o que se observa na prática docente é um apego ao conteudismo, ao saber enciclopédico e ao ensino clássico das repetições e memorizações desprovidas de relevância no cotidiano do aluno. Percebe-se também a dificuldade dos professores destas áreas em tratar do assunto associado aos conteúdos estabelecidos no currículo, muito embora tais disciplinas sejam pautadas no desenvolvimento científico e tecnológico e nas relações ambientais e culturais. Delizoicov (2009) descreve que “a própria concepção de ciência e tecnologia - uma atividade humana sócio-historicamente determinada - acena para um conjunto de teorias e práticas culturais, em seu sentido mais amplo.”
    Toda dinâmica da produção do conhecimento científico e o aparato tecnológico utilizado para produzir ciência como os microscópios, telescópios, computadores, programas para mapeamento genético, equipamentos a laser, raios x, ultrassons, sondas, satélites, etc, são fontes riquíssimas de abordagens em sala que estão envolvidos com os conceitos, fórmulas, teorias e processos trabalhados na disciplina de Ciências no ensino fundamental e Biologia, no ensino médio. O princípio de funcionamento de tais equipamentos se assemelha a muitos outros que serão utilizados ou até mesmo criados pelos estudantes em seus ambientes de trabalho. Os fundamentos e conceitos básicos da ciência devem possibilitar aos alunos interagirem com o mundo dentro e fora da escola, devem possibilitar entender e interferir a cerca da natureza e do próprio corpo e isso é indissociável da sua vida enquanto indivíduo, no âmbito familiar ou profissional.
    Outro aspecto imprescindível para que os alunos possam interagir saudável e coerentemente com as tecnologias disponíveis é a análise crítica e reflexiva do seu aspecto ambíguo e não neutro. É preciso estar claro que o desenvolvimento científico e tecnológico é forjado de aspectos positivos e negativos, que além dos benefícios traz prejuízos e consequências sobre a sociedade e ambiente e que também foi idealizado de acordo com os interesses vigentes, sejam políticos ou econômicos. E é essa compreensão de causa e efeito que precisa ser mais trabalhada em sala, pois é fundamental para desenvolver o senso crítico dos alunos.
    Em sumo, a grande maioria dos conteúdos presentes no currículo destas disciplinas está relacionada com a tecnologia, a cultura e o mundo do trabalho, basta que em seu planejamento o professor faça a ponte entre o conhecimento e sua aplicabilidade na vida prática do aluno.

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  7. O estudo de história tem relação direta com o mundo do trabalho, da ciência, da tecnologia e da cultura. Desde as primeiras aulas quando é trabalhado o objetivo da disciplina, buscamos levar os alunos a compreender que tudo o que temos hoje é resultado das conquistas do passado, onde as pessoas sonharam, trabalharam, criaram e construíram um mundo com mais tecnologia, facilidades, recursos e escolhas. Os alunos precisam compreender que o nosso contexto histórico atual está cheio de opções e muito acelerado o que faz com que a preparação pessoal e intelectual seja contínua, ou seja, o futuro depende da nossa compreensão do passado e de nossas escolhas do presente.
    Uma das preocupações é garantir que os alunos estejam acompanhando as mudanças que estão ocorrendo no presente. Para isto, eles devem estar atentos às notícias e informações sobre as novidades do mundo globalizado. Para garantir este acesso às informações, trabalhamos o projeto “História Atual” onde os alunos são divididos em equipes de até 5 alunos. Cada uma escolhe um tema que quer trabalhar (economia, política, cultura, esportes, religião, sustentabilidade, etc). A cada 15 dias, as equipes trazem para sala uma notícia relacionada ao tema escolhido e fazem a apresentação. Ao final da apresentação, é aberto para questionamentos e complementação do assunto.
    Todo o projeto tem o objetivo de que os alunos estejam atentos às mudanças do mercado de trabalho e inovações da ciência e tecnologia
    Carlos Gonçalves

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  8. Pensamos nas possibilidades que se apresentam em termos de relações humanas numa sala de aula e em todos os desafios que brotam do compromisso de educar, respeitando-se as diferenças, , estimulando-se a criatividade e a responsabilidade, elegendo-se regras de convivência. Ao planejar suas atividades o professor se apropria dos preceitos e apontamentos destes dois documentos, ( DCE's e os PCN'S) principalmente no que tange a contextualização e educação pautada nas vivencias individuais e na diversidade como um todo. Talvez seja esse um dos caminhos para ser percorrido por professores e alunos juntos, aprendizes constantes do que é tornar-se humano e do que é construir uma educação com mais qualidade.
    Elizete

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  9. Existe relação sim. A partir do momento em que se nasce, é sabido que não se é jogado no mundo para fazer o que se quer. Há a necessidade de se evoluir conforme as novidades, conforme o progresso, conforme o que se quer para o futuro. A partir do momento que se entra para o período escolar, faz-se uma opção em ter e ser sempre o melhor. Tudo evolui, e nós, professores, evoluímos também porque não há como ficarmos parados no tempo. Ao trabalharmos o conteúdo, apesar de não termos a tecnologia em sala de aula, por N motivos, apresentamos exemplos que fazem com que nossos alunos pensem o que é melhor para eles. Sabem que ao fazerem um teste de seleção, será cobrado o conteúdo exatamente como é dado em sala. Também sabem que, como este estudo é de graça, há facilidades mil, não há tanta cobrança, não se preocupam em levar a sério esse estudo. Quando vão fazer um exame de seleção, que é algo do seu interesse, ou vão fazer um teste para frequentar um curso que lhe chama a atenção, aí sim, se voltam totalmente aos estudos, inclusive dando prioridade a esse, deixando de lado o EM pois sabem que farão trabalhos ou avaliações complementares e atingirão seus objetivos, seus ou de seus pais. Quando se fala em aprender para ter cultura, que esta não ocupa espaço, que ela sempre fará a diferença, repetem que quando precisarem, irão em busca de tal informação. Sabe-se que é a fase das descobertas mas, infelizmente, estão mais preocupados com a diversão, só perceberão o que estão perdendo quando, mais tarde, fizer falta.
    Elisabeth

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  10. O currículo do ensino médio tem que ser dialético de acordo com a realidade do aluno e da escola, sendo assim o ensino teria que ter relação com o trabalho , ciência, tecnologia e cultura da realidade.
    Na educação física procuro temas atuais ( copa do mundo, doping , obesidade) .
    Vinicius Martins

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  11. O currículo é a organização dos conteúdos a serem trabalhados nas disciplinas no decorrer das séries. Os conteúdos elencados para o Ensino Médio pelo que percebemos que pouco levam em conta a realidade dos alunos e suas experiências e ainda as metodologias utilizadas pela maioria dos professores é a pura transmissão de conteúdos, não fazem portanto a relação, contextualização destes conteúdos com a real necessidade do aluno que já está iniciando sua inserção no mundo do trabalho.
    Por outro lado também não ao aluno base científica ou cultural pois repassa um conteúdo fragmentado, sem a possibilidade que façam relações entre este conteúdo e suas aplicações na prática, ou seja sua aplicação no cotidiano deste aluno do Ensino Médio.
    Há que se repensar esta organização curricular, já percebemos que isto vem acontecendo através dos documentos que norteiam o trabalho, que sinalizam a importância de um currículo que dê conta dos anseios, da realidade da identidade destes alunos, levando em conta ainda a organização da sociedade em que se inserem.
    As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio elencam as dimensões do trabalho, ciência, tecnologia e cultura, portanto já há possibilidade de reflexão por parte dos profissionais da educação que atendem o Ensino Médio , uma vez que a construção do currículo é coletiva.
    Lucyene

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  12. Penso que as disciplinas estão relacionadas com o mundo do trabalho, da ciência, da cultura e da tecnologia, pois nenhuma disciplina é um amontoado de conteúdo, isolada. A diretriz curricular de química estabelece que deve-se buscar como meta uma aprendizagem não só de conceitos e de teorias, com um caráter exclusivamente acadêmico e distante das experiências dos alunos mas sim oportunizar aos educandos uma formação que lhes proporcionem uma melhor compreensão, aplicação e preparação como cidadão crítico e atuante em seu contexto social, e que o saber acadêmico ultrapasse as fronteiras da escola. O que procuro enfatizar nas aulas é onde, e como o conteúdo estudado se aplica no cotidiano com exemplos, exercícios que problematizem com a realidade e algumas vezes práticas que o laboratório me permite realizar. Fico atenta a interação da turma com o conteúdo, se estão conseguindo relaciona-lo com outros conteúdos e disciplinas, se conseguem ampliar e até modificar o pensamento.
    Sinara

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  13. A proposta para o ensino de História é conduzir o educando a buscar no passado respostas para questões presentes, relacionadas ao cotidiano,elaborando idéias históricas, pautada em diferentes pesquisas de diversos documentos, analisados, criticados sendo expresso em forma de narrativas, que contribuirão para uma racionalidade do sujeito, apropriando-se de uma ótica concebida por diferentes atores históricos e da cultura que se apresenta na diversidade, “antes relegados a invisibilidade”, no sentido de formar uma consciência histórica emancipadora,para que cada um se torne agente histórico capaz de construir projetos futuros.
    Dessa maneira, será necessário adequar as fundamentações históricas ao currículo escolar procurando dialogar entre as diferentes vertentes, visando a complementação do debate histórico. De acordo com as diretrizes o viés historiográfico optado pelo Paraná propõe uma relação dialética entre a Nova Esquerda Inglesa e a Nova história Cultural. Insere-se historiadores que aborda os conceitos relativos a consciência histórica, da quais as pesquisas são reconhecidos pelos alunos do Ensino Médio, através de suas vivências estabelecendo relações entre trabalho,poder e cultura, de forma que não reduza o conteúdo em simples temática , mas tornando-se uma linguagem a se apropriar da qual o passado estabelecem relações pertinentes a todos.
    Eleni

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  14. Falo com convicção, que o currículo como é feito atualmente, faz com que o aluno tenha grande desinteresse pelo estudo no ensino médio. Não acredito que o aluno tenha que ter mais aulas de matemática, português, geografia, nem nenhum outro, mas sim que ele deveria ter uma nova matéria chamada resolução de problemas, aonde ele se deparasse com problemas reais e tivesse que utilizar o conhecimento obtido para a resolução desses problemas. Posso eu, como professor de matemática, passar a um aluno um problema que precise de matemática pura e simples para ser resolvido, mas faltam realmente problemas interdisciplinares no currículo. Problemas que envolvam história e matemática, biologia e geografia, etc. Não sei como fazer isso, mas sei que juntos, podemos pensar em algo.

    Kevin.

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  15. Penso que estas relações existem sim, já que educar é compartilhar conhecimentos da teoria da sua disciplina e a relação dessa com o mundo que nos rodeia, Nossos alunos não podem ser apenas preparados para o mercado de trabalho ou para enfrentar o vestibular, mas sim para enfentar a realidade da vida. Por isso o currículo tem que levar em consideração o conhecimento local e cotidiano que o aluno tráz de casa para a escola. A estrutura do currículo dever ser planejada para relacionar o conhecimento teorico com o conhecimento local e cotidiano a fim de formar cidadãos concientes de seus direitos e deveres na sociedade.
    O aluno ao aprender química se envolve no estudo das substâncias ao seu redor, e de onde vem, quais suas propriedades, que utilidade possuem e quais as vantagens ou problemas que eventualmente podem trazer para a humanidade. Passam a ter conciência que um cidadão participativo e capaz de tomar decisões para si e para a sua comunidade precisa entre outras coisas, ter noções claras sobre ciência e tecnologia. Pois, dominar os conceitos científicos e compreender os fenômenos que acontecem ao nosso redor é uma importante condição para o exercício da cidadania.
    SANDRA GERUSA GARCIA XAVIER CAETANO

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  16. Ao pensarmos numa concepção que promova aos estudantes a Formação Humana Integral, necessitamos estar constantemente fazendo uma reflexão coletiva sobre a Organização curricular do Ensino Médio, objetivando dar um novo sentido a escola.
    Apesar de todos os avanços que temos presenciado nos últimos anos nas escolas da Rede Estadual, com a oportunidade de estudos e discussões das diretrizes curriculares, na construção do Projeto Político Pedagógico, podemos presenciar ainda a fragmentação do conhecimento, com disciplinas elencando um rol de conteúdos que, em muitas vezes se apresentam dissociados da realidade.
    Selma

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  17. A Proposta Curricular de Matemática já contempla as dimensões da formação humana no seu fazer pedagógico, assim podemos dizer, que já visa uma Formação Integral do estudante.
    O ensino da Matemática deve ser trabalhado de forma interdisciplinar, contextualizada e significativa, ou seja, devemos aproveitar as situações cotidianas para levar o nosso estudante a pensar de forma lógica, dando ênfase na reflexão, no desenvolvimento do pensamento e na resolução de problemas. Dessa forma devemos promover situações de aprendizagem investigativas e desafiadoras que permitam que os estudantes adquiram os conhecimentos matemáticos e que os utilizem no seu cotidiano, ampliando sua visão de mundo.
    Vlademir

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  18. As decisões sobre o currículo são tomadas de maneira a atender a uma forma sistematizada que possa dar conta de toda a rede estadual de ensino. O professor faz a seleção dos conteúdos que irá trabalhar em sala de aula. Que critérios os professores utilizam para selecionar os conteúdos que irá trabalhar, acredito que acaba sendo um critério pessoal. Noto que a organização dos conteúdos precisaria passar por algum tipo de sistematização, já que muitas vezes o conteúdo que um aluno do primeiro ano do ensino médio está vendo não é o mesmo de escola para escola. Muitas vezes a idéia de ensino universalizado passa a falsa idéia de tudo pode fazer parte do currículo.
    Se a forma de organizar o currículo preocupa-se principalmente na formação humana universalizada, penso que sempre é possível estabelecer relações entre o que é ensinado na escola e o mundo do trabalho, bem como a ciência, tecnologia e cultura. Professor Ernani.

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  19. A Proposta Curricular já contempla as dimensões da formação humana no seu fazer pedagógico, assim podemos dizer, que já visa uma Formação Integral do estudante.
    O ensino de Artes deve ser trabalhado de forma interdisciplinar, contextualizada e significativa, ou seja, devemos aproveitar as situações cotidianas para levar o nosso estudante a pensar de forma lógica, dando ênfase na reflexão, no desenvolvimento do pensamento e na resolução de problemas. Dessa forma devemos promover situações de aprendizagem investigativas e desafiadoras que permitam que os estudantes adquiram os conhecimentos matemáticos e que os utilizem no seu cotidiano, ampliando sua visão de mundo.
    Luiz Gustavo

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