sábado, 30 de agosto de 2014

TAREFA EXTRA

Utilizando os principais trechos de cada postagem de seus colegas cursistas, comentadas no encontro do dia 16/8/2014, em dupla, discutam e postem um texto que contemple as principais idéias que nortearam as postagens.


8 comentários:

  1. Carlos Gonçalves
    Elisabeth Celi Kulaitis

    1) Desestrutura familiar
    2) Falta de investimento do governo
    3) Relacionamento professor x aluno

    A desestrutura familiar é resultado de um processo histórico em que a política econômica e social dos governos tem contribuído para a manutenção da desigualdade social, onde os mais pobres trabalham para sobreviver, sem poder usufruir dos recursos e produtos da sociedade capitalista. Esta situação gera frustração aos pais e influencia aos filhos em relação a projetos de vida e expectativa positiva em relação ao futuro. Muitos adolescentes são deixados em casa sem acompanhamento e orientação. Esse vazio familiar leva muitos jovens a buscar esse preenchimento com colegas nas ruas e, por consequência, acabam se envolvendo com drogas e todo tipo de violência.
    Por outro lado, as escolas estão com salas superlotadas; não possuem espaço para atividades complementares que poderiam motivar os alunos como aulas de dança, teatro, música ou mesmo uma sala de apoio. A falta de investimento dos governos mantém as escolas sem infraestrutura adequada e de não conformidade com normas de segurança como, por exemplo, a falta de saída de emergência, deixando os alunos em risco constante, além de não possuir acessibilidade para pessoas portadoras de deficiência física.
    Todos os professores procuram um ambiente saudável, favorável, buscando um relacionamento melhor com os alunos, mas esses, muitas vezes, não estão interessados que a sala de aula seja um ambiente que contribua para o aprendizado.
    Das três ideias destacadas, a única que envolve diretamente o professor e que pode ser trabalhada é a relação professor x aluno, tendo em vista que não depende somente do profissional.

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  2. Vladmir e Marcos.


    Ponto de partida para uma educação de qualidade.
    A atualidade tem alterado os padrões culturais dos meios sociais, estruturas que antes eram as bases que formavam as instituições que formavam os indivíduos para a sociedade.
    A instituição que tem como uma das pretensões a formação do aluno ao contrário do que pensam não é a escola e sim a família, que por sinal se mostra como um agente social fragmentado, houve grandes mudanças nos moldes que antes eram considerados clássicos e inalteráveis.
    No decorrer de sua constituição história a família se mostrou o principal agente de formação de indivíduos, mas o formato das famílias tem se alterado no decorrer da história, agora o formato tradicional já não é o mesmo, onde existia como alicerce o pai de família senhor da razão, a mãe senhora do lar e por fim os filhos que teriam a obrigação de servir os pais e aceitar a educação da qual lhes é servida.
    No mundo contemporâneo não podemos mais nos dar ao prazer de ter uma família tradicional, agora a dinâmica do mundo nos obriga a passar menos tempo com as crianças, a TV acaba tendo o papel de revelar o mundo, a internet supre a necessidade de conversar, afinal este não era o papel dos pais? Como que o pai não mais orienta e revela o mundo pro filho? E a mãe que não mais dialoga os problemas com sua filha?
    Este é o resultado atual, famílias que por não ter tempo ou ter um desfalque em membros familiares não conseguem atingir o processo adequado de educação de seus filhos, mas devo afirmar o questionamento deste texto não é o formato das famílias e sim a falta de adaptação aos novos moldes que a sociedade impôs à instituição familiar.
    A falta de apoio provida da família faz que ocorram falhas em outras instituições como a escola, alunos que não tem base familiar muitas vezes não se tornam educandos aptos a fazer um processo de construção do saber adequado dentro dos padrões da escola.
    Infelizmente, no processo de educação precisamos de todos os elementos que constituem o saber do discente, por isso é preciso repensarmos as práticas de ensino para buscarmos uma real intervenção no modo de ser do aluno, os saberem não devem ser apenas repassados, devem ser incorporados pelo aluno, afim de promover o seu saber a ponto de causar a verdadeira cidadania, para isso a escola deve ter um trabalho associado com a família com um propósito em comum, o bem estar de nossos alunos.





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  3. JAIR E ANGÉLICA

    RESPONSABILIDADE SOCIAL

    Em muitas situações é difícil o entendimento de o porquê de tantas teorias em relação educação. Existem tantas pessoas em função de elaborar leis, regras que muitas vezes são infundadas, sem valor prático.
    Ao invés de procurar culpados se faz necessário agir, encontrar uma maneira de cada um assumir sua função na sociedade, na teia que envolve o ser humano em formação, os alunos em questão.
    O tempo passou e os valores mudaram, se vive em uma realidade individualista, materialista, automaticamente gerou o egocentrismo que se vive hoje, ninguém quer mais e envolver com o outro, não existe mais uma preocupação com sua necessidade, “tempo” ou a falta dele, não permite mais. Esses fenômenos não são só sociais, se estende a educação também, os órgãos governamentais com seus discursos agradáveis a quem ouve, com total demagogia sem propósito.
    A família perdeu seus filhos para o mundo, pois os jovens apresentam tendências ao caminhar de forma errônea, para ele é mais fácil, o adulto da relação não atribui mais o tempo necessário para o diálogo quanto mais o exemplo, que é ainda mais difícil.
    A escola é composta por muitos profissionais que entram nesse sistema como um círculo vicioso e assim se faz a educação, sem valor para família, discentes e docentes.
    É inútil procurar culpados, eles são inexistentes, ao mesmo tempo totalidade. É preciso repensar nele, “ o sistema em si”, em primeiro lugar, os valores familiares.

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    1. Caderno 3/2
      Falando de uma escola "atraente" para o aluno,certamente não estamos falando da escola pública a que temos acesso pelo país a fora. A utopia
      se imaginar uma escola atraente e de qualidade, sendo pública, talvez não passe de uma piada,e de muito mau gosto.
      Investimentos escassos seja humano ou material,depende da boa vontade política,que sabemos não existe. Infelizmente em época de eleições, vemos muitos candidatos ostentando como bandeira o "título" de "professor". Se os candidatos em questão realmente tivessem algum comprometimento com a educação,lutariam pelos seus alunos fazendo com que a "utopia" se tornasse realidade! Talvez isso resolvesse um problema,o outro seria levar o jovem a realmente se fazer parte do universo do saber. Saber este, como citado, construído de forma ,até certo ponto desconexa,individualista,perdendo assim muito das possibilidades de aprendizado e crescimento do educando. Educando...talvez até para este termo não se tenha mais um espaço definido no universo da educação,pois, o autoconhecimento a pseudo-geração do saber adquirido via tecnologias e interesses pessoais,torna até certo ponto o professor um ser obsoleto dentro do sistema.
      Trabalho,ciência,tecnologia e cultura,são,e não se pode negar,o motivo do existir humano,pois por meio deles é que o ser humano se faz perceber entre os seus iguais.
      Quando falamos dos currículos do ensino médio,devemos pensar até que ponto o caminho até agora trilhado apresentou pontos positivos e, em que momento perdeu seu rumo e ficou apenas atrelado a reflexões duvidosas e medidas de soluções paliativas por governos,estudiosos e trabalhadores na área da educação!
      Luís Gustavo Peres

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  4. Caderno 3/1
    Existe uma preocupação de"criar"algo novo que norteie o ensino/aprendizado.
    Sabemos que muitas foram as propostas e práticas desenvolvidas na história e,também sabemos,grande parte serviu apenas para estruturar as classes de forma a manter o estatus de alguns segmentos abastados desta sociedade!
    Hoje,necessitamos de uma organização séria que passe pela discussão a nível nacional sobre aquilo que realmente seria indispensável para o desenvolvimento de um ensino sério , onde a massificação do aprendizado não fosse um fato tão perturbador,um ensino onde se valorizasse o conhecimento,o aprendizado, e não os interesses políticos que acabam por minar o direito da maior parte da atual sociedade,aqueles que em breve conduzirão a nação e para isso,precisam estar preparados e a única coisa que prepara o ser humano para as responsabilidades,para a vida, é o bom estudo,o aprendizado real!!!

    Professor Luís Gustavo Peres

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  5. Luis Gustavo Peres
    Sueli Tarachuka Gonzato
    Podemos observar que nossos colegas falam em participação em comprometimento tanto do aluno quanto do professor e este comprometimento vem da relação professor aluno, aluno professor, dando espaço para que o mesmo relate suas ideias e assim também o professor possa conhecê-lo melhor e o aluno por sua vez pode conhecer o seu professor. Vemos que os conteúdos, os conhecimentos pré- concebidos são importantes para que este relacionamento seja mais aprofundado e que tanto conteúdos como o aprendizado seja para o aluno uma maneira de interesse maior pela disciplina e também para que o mesmo sinta-se engajado na escola, tenha a percepção de que a sua colaboração também é importante e passe a dar um valor maior para os conteúdos assimilados e para com o seu papel de estudante.Muitas vezes o aluno não percebe o potencial que carrega consigo e que pode fazer diferença em relação aos conhecimentos adquiridos e um real aproveitamento do mesmo no seu futuro tanto profissional quanto humano. Ao professor como somos acostumados a escutar dos estudiosos na área da educação cabe o papel de “mediar” essa relação do aluno com o processo de aprendizado. Acreditamos que todos ou a grande maioria dos educadores estão comprometidos com esse ideal. É claro que existe o fator desgaste, por parte do professor que se vê muitas vezes mediador não do aprendizado, mas de fatores sociais ao qual não está apto a resolver ou buscar soluções adequadas, talvez o caminho seja o diálogo aberto e franco com o aluno. Muitas vezes ao conversar com o aluno sobre o seu universo pessoal, seus problemas, trocando ideias e exemplificando com a própria vivência possa resultar em uma situação de respeito mutuo e relevância em relação a algumas situações de convívio e de aprendizado entre os dois lados, alunos e professores. Não falamos com isso que o professor deve absorver problemas que não são de sua responsabilidade, mas ao que conhecer um pouco da história de vida do aluno esse conhecimento pode levar o educador a criar ferramentas que o permitam atingir seu maior objetivo o aprendizado consciente do educando!

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  6. Observando vários relatos citados pelos colegas, verifica – se varias formas para essa busca de uma educação de qualidade, nós como professores, é preciso que compreenda o momento do estudante, compreender o momento social, o crescimento da violência e da alienação. A velocidade do pensamento do jovem e do adulto há um século era bem menor que a atual. Surge daí a necessidade de criar um novo modelo de educação. No passado, o conhecimento duplicava a cada dois séculos. Hoje, duplica a cada cinco anos, constatam as pesquisas. O excesso de conhecimento, associado aos estímulos da TV, à competição acirrada, forçou de maneira assustadora a produção de pensamentos, podendo levar ao estresse. É preciso que aja essa parceria também com a comunidade escolar, e esse entendimento de ambas as partes, de cada aspecto citado. E mais, os jovens precisam entender a real função da escola.
    André Gustavo

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  7. Dentre os relatos e as experiências dos colegas, pode se observar uma procura pelo conhecimento dos alunos para que possamos entende-lo e guiá-lo. O diálogo informal com os alunos pode ser uma ferramenta para alcançar esse aluno, mas o aluno tem que estar preparado para esse diálogo informal. Muitos professores buscam esse dialogo informal, para que o aluno converse e nos diga um pouco mais sobre ele e a realidade em que ele vive. Portanto, vendo os resultados obtidos, observo que somente esse dialogo não seja o suficiente. Devemos ir um pouco mais a fundo na cabeça desse aluno, devemos dar mais problemas para que eles resolvam, etc. Por isso, outro ponto muito citado foi em relação ao Grêmio estudantil, que vem surtindo um efeito muito positivo no colégio. A pergunta que se faz agora, é: Sendo o Grêmio estudantil formado por poucos alunos, como repassar essa metodologia para os demais alunos do colégio, para que eles também se envolvam e busquem soluções para os diversos problemas que nos atingem.
    Kevin e Vinicius.

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