domingo, 3 de agosto de 2014

REFLEXÃO E AÇÃO - CADERNO II - TÓPICO 3

E nós, professores e professoras, como podemos ser parceiros e co-construtores de projetos para o futuro dos jovens e das jovens estudantes? 


Quais  estratégias metodológicas podemos utilizar para que os estudantes falem de si no presente e de seus projetos de vida futura? 

22 comentários:

  1. Podemos buscar um meio de maximizar nosso poder de relação interpessoal. Conquistando a simpatia para que o aluno veja na figura do professor não um inimigo, mas sim uma pessoa preocupada naquilo que para ele é importante.
    Muitas vezes um gancho a partir de um tema abordado em sala, acaba por aproximar um pouco mais aquele aluno arredio, permitindo uma maior interação e uma abertura ao diálogo onde os assuntos que o afligem possam ser abordados de forma produtiva,sanando dúvidas, e quem sabe, ajudando o aluno a se compreender mais e nós mesmos passemos a compreende-lo e olha-lo com olhar de reconhecimento e sendo assim um elemento de transformação na vida daquele aluno e quem sabe, em alguns casos ,na nossa própria vida!
    Não acredito em um momento específico durante as aulas para desenvolver o diálogo,acredito sim que todo o momento é oportuno e vale a pena se nos aproxima do aluno,seja ele qual for e qual história carrega consigo.
    Luís Gustavo Peres

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  2. O aluno nunca deve ser considerado um elemento opositor na verdade o processo educacional só ocorre com a existência dele, mas não basta só ele estar presente de corpo é preciso ele estar ligado intimamente com os conteúdos, para isso é preciso o educador fazer vínculos com seus educandos, para isso é preciso conquistar respeito tanto do educador como de quem recebe a educação, portanto concluímos que o processo de educação não é provido de cima para baixo de forma hierárquica, este processo deve ser feito numa relação de confiança onde o educando interage trocando informações e o professor usando a realidade de seu aluno mostrando novas possibilidades de mundo.

    Marcos Nós

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  3. Saber ouvir e promover conversas informais, aproximar-se dos alunos a fim de familiariza-se com essa nova juventude para entender suas linguagens saberes e gostos a fim de atraí-los ao mundo do conhecimento acadêmico. A conscientização dos alunos na participação e colaboração com o grêmio estudantil, promovendo discussões sobre interesses e projetos que gostariam de desenvolver na escola. Durante o trabalho dos conteúdos ressaltar questões do Exame Nacional do Ensino Médio ou outras instituições de ensino superior é uma forma de conhecer suas expectativas futuras suas escolhas e se esta, está ligada a sua atividade profissional atual. Desenvolver projetos extraclasse, eventos culturais, informação e orientação profissional também pode ser uma forma de aproximação.
    Sinara Martineli

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  4. Promover situações de participação da comunidade escolar, procurando envolver os alunos na construção do conhecimento, assim, dando significado ao seu aprendizado.
    Para que o aluno seja ativo na perspectiva escolar é necessário um engajamento e valorização, também, por parte da família que o assiste. É claro para a comunidade discente, que alunos só valorizam a escola quando existe a mesma visão pela família que o assiste.
    O sistema escolar precisa oferecer ambiente atrativo aos alunos, pelo menos que se compare ao que eles têm fora dele.
    Angélica

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  5. Acredito que seja necessário um trabalho paralelo a escola e família, pois somente teremos bons resultados quando houver essa parceria. Na atualidade temos a família como opositora a escola, ou seja, o que o professor tenta resgatar, a família,que deveria apoiar e dar continuidade, já que não conseguiu construir, se mostra contra.
    Jair

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  6. Tenho certeza de que a família é o alicerce. Quando sentimos a participação efetiva dela, percebemos que o aluno tem uma visão diferente de escola. Para muitos, lógico que os que vêm à escola por obrigação, os professores que tentam passar seu conteúdo, tentam deixá-los cientes sobre as questões pedidas em qualquer teste, são considerados “chatos”. É exatamente isso que se ouve com relação aos profissionais que tentam fazer seu trabalho. Bom, é aquele que deixa fazer bagunça em sala, deixa mexer no celular, porque - afinal das contas - não está incomodando, manda fazer um trabalho e quando é entregue, é dado nota porque o sistema não quer reprovações. Está havendo acomodações? Com certeza, afinal de que adianta você se esforçar, ser taxado de crica, encrenqueiro etc etc etc , se no final há a necessidade da aprovação?
    O diálogo é importante? Sem a menor sombra de dúvida, mas o comprometimento deve superá-lo porque, afinal, cada um precisa pensar e fazer o seu futuro. Como já mencionei, há diferença entre as classes sociais. São poucos os alunos que sendo de classes menos privilegiadas, entendem o valor do estudo. Ao entrarmos em uma sala, o que ouvimos sempre é: vamos fazer uma aula diferente, ou, quando se começa a relatar um assunto, percebe-se que eles fazem perguntas e não fazem questão de esconder que é para passar o tempo e não ter conteúdo. Mas, quando vão fazer um teste, que é do seu interesse, há uma procura pelo conteúdo, há, pode-se dizer, uma cobrança sobre os itens que lhe são indicados.
    Beth

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  7. A juventude tem ideias de projetos de vida, é preciso conhecer a realidade e as expectativas dos estudantes, no cotidiano em sala de aula e abrindo espaços dentro da escola para a representação juvenil como o grêmio para dar voz e vez a estes sujeitos. E se fizer necessário orientar estes jovens para que busquem caminhos e alternativas possíveis, dessa forma poderemos fortalecer estes vínculos e criarmos um ambiente de maior interação.
    Os jovens sujeitos do ensino médio nos trazem desafios para o aprimoramento de nosso trabalho docente e um deles é a compreensão de suas atitudes no agir coletivo e individual, muitas vezes esta fase é repleta de tensão nos ambientes familiares e escolares, pois suas escolhas quando não determinadas pelos adultos e pelas instituições geram até mesmo conflitos entre ambos, precisamos ver os jovens como sujeitos de direitos, com seus valores, identidades, sem compararmos com os jovens de antes. Respeitando esta diversidade poderemos identificá-los em suas particularidades e desta forma incentivarmos sua autonomia, criatividade e iniciativa. Nesse processo o estudante quando percebe que é ouvido e valorizado em suas ideias e seu conhecimento prévio se sente mais a vontade para demonstrar sua criatividade.
    Adriana

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  8. O jovem não pode ser ignorado no seu pensar e no seu agir, claro que devemos mediar sempre como professores, devemos ajudá-los a expor suas ideias e criatividade, através do envolvimento e comprometimento com a escola, com os colegas e professores. Vemos hoje na escola que a criação do grêmio estudantil está colaborando para que os mesmos trabalhem em benefício da escola e da aprendizagem, podemos observar que estão mais interessados em fazer alguma coisa para melhorar a parte física e também o bom convívio entre eles, apoiar e ajudar estes alunos com novas ideias acredito que sentir-se-ão mais úteis e valorizados, fazendo com que estes trabalhos sejam passados para outros jovens e assim desenvolvendo projetos futuros com mais valorização e respeito.
    Sueli Tarachuka Gonzato.

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  9. Para que possamos ajudar nossos jovens a fim de que tenham um futuro brilhante pela frente, várias estratégias o educador pode utilizar, sendo a principal, o diálogo, pois este é a base de toda relação humana, uma vez que dialogar é o modo mais fácil de exprimir aquilo que o aluno pensa. Assim o professor precisa adequar o conteúdo a realidade do estudante, afinal o educador em sala de aula é a principal fonte de conhecimento e tem a obrigação de construir um país melhor através de um ensino de qualidade, é o que todos jovens merecem.
    Desta forma, é preciso que nós professores adequamos o conteúdo à realidade do aluno, para que os mesmos sintam-se valorizados perante a escola, mostrando á eles uma nova visão de mundo para o futuro com grandes perspectivas de crescimento, e nós educadores temos esta difícil missão. Assim, a inter-relação entre professor e aluno consiste no respeito mútuo entre ambos, ao permitir o diálogo de forma informal ocorrendo a qualquer momento respeitando-o, promover atividades a partir da visão de mundo dos alunos , conteúdos e materiais que atraem, a fim de permitir seguir com seus estudos futuramente. Acredito sim na possibilidade da aproximação do professor e aluno, (ambiente escolar e ambiente familiar) é necessário que andem juntos para assim obter bons resultados e promover as conquistas desejadas pelo aluno e garantir á sua formação como um verdadeiro cidadão.
    Elizete

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  10. Sem dúvida nenhuma, a relação professor aluno é um dos elementos de maior importância no trabalho pedagógico. Esta relação auxilia ou não no cotidiano da escola, pois se a relação é boa, o professor consegue conhecer seu aluno e sua realidade, consequentemente trabalhar de forma que a aprendizagem do aluno seja significativa. Se a relação não é boa, não consegue ter ciência desta realidade,portando não planeja suas aulas de forma a atender os anseios do aluno.
    Parceria entre professores e alunos sem dúvida melhora o trabalho pedagógico. Quando o aluno participa das ações da escola, tudo torna-se mais significativo.
    A metodologia mais eficaz será a que proporciona o aluno a se colocar, a trazer o que sabe o conteúdo trabalhado e à elaboração coletiva e individual de seu próprio conhecimento. O professor mediará este processo. Na prática verificamos que por exemplo, a implantação do Grêmio Estudantil é um processo bastante positivo e que mobiliza os alunos o que mostra que quando são chamados a opinar sobre as situações se sentem respeitados e participam.Lucyene

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  11. O trabalho do dia a dia de sala de aula sempre funciona melhor quando se consegue estabelecer uma relação de parceria e de troca. Mas nem sempre é possível atingir um nível razoável de comunicabilidade entre as duas partes. Quando se trabalha com muitas turmas em faixas etárias que variam entre os 12 e 17 anos, é preciso dispor de um repertório de metodologias bastante amplo, dadas as características de cada idade. O modelo engessado da escola não permite muitas variações metodológicas. Este formato coletivo de sala de aula dificulta muito a percepção das individualidades.
    Costumo trabalhar com os alunos do 3º ano do ensino médio, atividades cujo objetivo e explorar a comunicação oral. Peço para que elaborem uma pequena apresentação de si mesmos. Ressaltando suas melhores características, destacando pontos de suas vidas que gostariam de mudar. O que ocorre é que setenta por cento dos alunos fazem a atividade por obrigação, apresentam grande dificuldade de fazer uma apresentação em público, mesmo que este público seja composto de colegas de sala de aula. Outra atividade que desenvolvo com os alunos é uma espécie de mesa redonda onde cada um fala um pouquinho de si e de suas expectativas em relação à vida, quando o aluno termina sua apresentação escolhe outro que está na roda para que faça o mesmo. Esta técnica de apresentação pode ser aplicada por professores que já conhecem os alunos de anos anteriores, mas que nunca tiveram a oportunidade de ouvi-los. É importante que o professor faça parte da roda, e se for escolhido, faça sua apresentação sem formalidades. Prof Ernani

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  12. O processo ensino e aprendizagem que ocorre na sala de aula se constrói, principalmente pela qualidade das relações estabelecidas e acordos previamente feitos entre professor-aluno. É na construção dessa relação que criamos vínculos, que podemos ir mais além, temos que querer o saber, nos apropriarmos. É importante também observarmos a realidade em que estamos inseridos onde estamos atuando, pois somente a partir daí podemos organizar o que queremos dos nossos alunos. Podemos ressaltar concretamente que além dos saberes, nós utilizamos de muitos discursos na sala de aula, esses podem ser intencionais ou não, mais de qualquer forma podem causar as mais variadas interpretações, (positivas ou negativas). Vale lembrar que é na escola que o aluno pode traçar caminhos para o futuro. Rosiane / Nilza

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  13. Eleni Eliana de Lima Santos.
    A relação educacional além de visar a educação formal, estabelece entre o professor e aluno uma comunicação interpessoal , da qual, intencionalmente o professor pode tomar como ponto de partida, afim de promover momentos nos quais o aluno sejam desafiados, nas diversas habilidades , buscar uma identificação da qual ele venha estruturar-se em suas aptidões, descobrindo novas expectativas que gostariam de viver. O uso da criatividade, atividades de interesse, para desinibir, provocar, argumentar, são algumas formas metodológicas com objetivo de atingir a autonomia. O adolescente procura um “mentor”, um “espelho”, que por muitas vezes pode ser o professor, mas para propor esse estreitamento interpessoal, de co-coparticipantes para projetos futuros, será necessário mudanças , inovações até mesmo culturais para assumir uma educação partilhada.

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  14. Nossos jovens tem vários sonhos e desejos, buscam por respostas que nem sempre as encontra.
    Deveria ser na família a base para receber essa orientação necessária para a realização de seus projetos.
    Mas como bem sabemos que, nem sempre, nos dias atuais, as famílias se encontram preparadas para dar o alicerce necessário para esse jovem.
    Então, cabe a escola, nesta perspectiva de formação integral dos jovens estudantes, estar proporcionando esse amparo, essencial para sua vida.
    Conhecer a realidade, fortalecer e estabelecer vínculos de aproximação, trabalhar com nossos alunos a auto estima, fazer com que ele acredite que ele é capaz sim de se realizar.
    Acredito que estaremos formando não só cidadãos atuantes na sociedade, como também, pessoas realizadas.
    Vlademir

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  15. É necessário criar uma empatia com os alunos para que eles sintam-se a vontade para falar de seus projetos. Quando conversamos com eles sobre os seus projetos para o futuro e a importância do ensino médio como uma etapa importante de preparação pessoal e profissional, fica evidente que eles tem consciência disso, porém, como a grande maioria tem a sua origem em famílias trabalhadoras com baixos salários e baixo padrão de vida, há uma tendência de repetir o padrão familiar. São poucos que buscam a superação e tentam mudar a sua história. Para esses, o Ensino Médio é uma oportunidade que é aproveitada em preparação para vestibular, Enem, concursos e recrutamento em empresas que valorizam o trabalhador com melhores salários e benefícios. Infelizmente, a maioria sabe que farão parte da grande massa de trabalhadores com baixos salários, o que é uma exigência das pequenas e médias empresas para a sobrevivência no mercado capitalista.
    No diálogo professor x aluno é importante destacar que o sucesso profissional depende do sucesso pessoal pautado em alto padrão de moral, ética e relacionamento.
    Carlos gonçalves

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  16. As questões que cercam a juventude, nos dias atuais, são inúmeras e variadas. Principalmente, no que diz respeito ao seu projeto de vida, através dos seus sonhos, desejos, expectativas com relação ao seu presente e/ou do seu futuro. Nesse sentido, a escola, se torna uma grande aliada, podendo desenvolver ações pedagógicas que venham auxiliar e orientar os jovens na sua auto-formação. Já o professor-mediador, poderá possibilitar ao jovem, uma reflexão em torno de suas identidades e dos componentes que as constituem, bem como as expectativas e anseios pessoais de transformar suas vidas, suas realidades.
    Selma Bandeira

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  17. Ser professor hoje em dia é uma missão quase impossível. É preciso ter jogo de cintura para enfrentar as diversas contradições. O aluno vai à escola sem ter recebido uma socialização prévia. No passado, quando apenas uma pequena parte da população tinha acesso à Educação formal, não havia esse problema. Os pais preparavam os filhos para essa etapa da vida e os irmãos mais velhos, que também freqüentavam a escola, ajudavam os mais novos. Porém, quando a maioria da população passou a estudar, você se vê diante de jovens que não foram preparadas para as situações de aprendizagem. A família é responsagem pela educação e a escola pelo conhecimento cultural e científico.
    O professor tem que ser educado. Se o aluno está tendo uma atitude inapropriada e o professor reagir com gritos ou expulsão, o aluno detestará cada vez mais o professor. Porque o aluno não tem maturidade suficiente para perceber que aquele gesto tinha o objetivo de fazer com que a sala toda prestasse atenção e aprendesse. O aluno toma como uma coisa pessoal: "O professor não gosta de mim, e se ele não gosta de mim, também não vou gostar dele". A escola, que é um microcosmo da sociedade, tem certas práticas muito esquisitas.O professor que tem uma boa relação com os alunos é aquele que procura dialogar com eles. Se houver um fechamento, as coisas tendem a piorar. Então, eu acho que ler livros, discuti-los, deixar os alunos falar é importante. É importante ouvir para também ser ouvido.
    Sandra Gerusa Garcia Xavier Caetano

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  18. Não sei se nós professores, a escola e os próprios alunos estão preparados para as diferenças , para isso é necessário quebrarmos paradigma, religiosos, sociais e raciais. Penso que o trabalho faz parte do processo educativo mas não deve estar a frente da escola e nem ser fonte de sustendo da família. Vinicius Martins

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  19. Antes de falar das metodologias de trabalho com jovens é necessário entender alguns pontos fundamentais sobre a juventude.
    1º - não é regra, mas os/as jovens costumam se organizar em grupo;• 2º - cada agrupamento juvenil detém de suas próprias características especificas;• 3º - é preciso estar atento/a para a localização geográfica e/ou cultural desses grupos;• 4º - também levar em consideração a sua faixa etária,• 5º - não existe uma receita mágica e nem uma seqüência lógica para o trabalho com jovens.
    É preciso que aja essa parceria também com a comunidade escolar, e esse entendimento de ambas as partes, de cada aspecto citado. E mais, os jovens precisam entender a real função da escola. André Gustavo

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  20. O professor que se propõe trabalhar com os adolescentes e jovens precisa, em primeiro lugar se identificar com esta faixa etária, ter vontade de conhecer sua linguagem, seus códigos, seus interesses, transitar na sua realidade como um pesquisador, orientador, amigo. A amizade necessária para que o professor seja aceito, seja respeitado como tal e que o permite participar e orientar seus projetos do presente ou futuros, é uma amizade singular, diferente daquela que vivenciamos com nossos amigos de infância ou trabalho. Sem essa amizade fica mais complexo ou difícil o envolvimento dos alunos com o conteúdo e com as atividades. Vivenciar o universo do aluno não consiste em falar as gírias atuais tampouco frequentar os mesmos lugares que eles mas compreende respeitá-los, demonstrar interesse pelos seus assuntos, ouvi-los, demonstrar que se importa com sua vida e com seu desempenho ou seja, ser um professor comprometido com seu exercício docente. Quando alunos e professor alcançarem esse nível de relacionamento a escola deixa de ser entediante e "desnecessária" na vida do aluno.

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  21. Ao analisarmos os comentários dos colegas, observamos que há uma grande preocupação no grupo pelo conhecer a realidade e as expectativas dos estudantes, ou seja, estarmos atentos, no que diz respeito ao conhecer e compreender quem é o "nosso aluno".
    Também, devemos nos preocupar com a prática escolar em sala de aula, proporcionar e abrir espaços durante as nossas aulas para que haja o diálogo e momentos de interações entre grupo.
    Com isso, tornando a sala de aula, num espaço de construção e valorização das aprendizagens. Não esquecendo que o professor, na sua prática docente, deve assumir o papel de mediador do processo ensino aprendizagem.
    Outro ponto bem marcante, nas colocações, está focado na questão do relacionamento entre professor/aluno. Comprovando com isso, o quanto se faz necessário estarmos estabelecendo e fortalecendo os vínculos de aproximação e confiança no ambiente escolar para que a aprendizagem se efetive de fato.
    Só assim, estaremos contribuíndo na formação dos nossos jovens estudantes!!!
    Marcos e Vlademir

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  22. Observando vários relatos citados pelos colegas, verifica – se varias formas para essa busca de uma educação de qualidade, nós como professores na maioria das vezes realizamos isso diariamente, temos que compreender o momento do estudante, compreender o momento social, o crescimento da violência e da alienação. A velocidade do pensamento do jovem e do adulto há um século era bem menor que a atual. Surge daí a necessidade de criar um novo modelo de educação. No passado, o conhecimento duplicava a cada dois séculos. Hoje, duplica a cada cinco anos, constatam as pesquisas. O excesso de conhecimento, associado aos estímulos da TV, à competição acirrada, forçou de maneira assustadora a produção de pensamentos, podendo levar a este estresse vivido hoje. A contrapartida disso veio também para afastar nossos jovens da realidade, querendo assim pular etapas fundamentais na sua formação como um cidadão consciente.
    É preciso que aja essa parceria também com a comunidade escolar, e esse entendimento de ambas as partes, de cada aspecto citado. E mais, os jovens e seus responsáveis precisam entender a real função da escola.
    André Gustavo

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